Jorge Batista apresenta propostas para saúde, transporte e renovação política em MS
Durante entrevista concedida a Rádio Voz Amiga, o candidato a deputado estadual por Mato Grosso do Sul, Jorge Batista (conhecido popularmente como “Vizinho”, candidato pelo Partido da Causa Operária – PCO, sob o número 2999), apresentou suas principais bandeiras de campanha e planos de mandato para o estado.
Em tom crítico em relação à atual representação política na Assembleia Legislativa de Mato Grosso do Sul (ALEMS), o candidato defendeu uma renovação radical nos cargos públicos, alegando que a população necessita de representantes genuinamente ligados aos trabalhadores e às demandas das periferias.
Principais pontos abordados no bate-papo:
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Saúde Pública em Crise: Jorge Batista apontou gargalos críticos no atendimento hospitalar do estado, como a falta de leitos, pessoas aguardando atendimento nos corredores de hospitais como a Santa Casa e demoras de anos para a realização de cirurgias eletivas. O candidato cobrou maior engajamento dos órgãos públicos e fiscalização parlamentar sobre a gestão da saúde estadual.
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Educação e Déficit em Creches: Na educação, destacou a escassez de vagas em creches para mães trabalhadoras. Defendeu parcerias e investimentos do governo estadual para a construção de novas unidades de Educação Infantil repassadas aos municípios, além de exigir atendimento e profissionais capacitados para alunos com necessidades especiais e autismo nas redes de ensino.
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Segurança Pública e Combate a Receptadores: Cobrou policiamento ostensivo e frequente nos bairros periféricos para conter assaltos e roubos. Mencionou os furtos de fios e cabos de energia na capital e no interior , defendendo fiscalização severa e prisão de receptadores e ferros-velhos clandestinos.
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Causa Indígena e Reforma Agrária: Apontou a defesa dos povos originários como uma das principais bandeiras do seu partido (PCO). O candidato defendeu a demarcação justa de terras indígenas, acompanhada do pagamento de indenizações aos produtores rurais pelas benfeitorias, como forma de pacificar os conflitos no campo.
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Transporte Coletivo na Capital: Classificou a situação do transporte público de Campo Grande como “uma vergonha”, citando ônibus sucateados, falta de ar-condicionado e atrasos nos terminais. Defendeu o banimento ou a revisão do contrato com a empresa concessionária do serviço na capital.
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Geração de Emprego e Atração de Indústrias: Propôs a doação de terrenos públicos e a criação de incentivos fiscais para atrair grandes montadoras e indústrias para Mato Grosso do Sul, visando garantir o primeiro emprego e estágios para jovens recém-formados.
“O meu mandato não vai ser meu, vai ser do povo. Um mandato voltado para ouvir o morador do interior e da capital na saúde, segurança e educação”, ressaltou o candidato ao encerrar a entrevista.

