Ana Portela transforma direito em lei e garante mais segurança para quem não pode consumir glúten
A iniciativa nasce de uma escuta ativa e de uma dor real enfrentada por muitas famílias: a falta de compreensão, segurança e respeito no dia a dia de quem convive com restrições severas ao glúten.
Com a nova lei, passam a ser garantidos direitos essenciais. Pessoas diagnosticadas com doença celíaca ou outras desordens relacionadas ao glúten poderão levar sua própria alimentação a restaurantes, bares, escolas, hotéis, eventos e qualquer estabelecimento do município sem impedimento e sem cobrança adicional.
A carteira também cumpre um papel fundamental no dia a dia: facilita o reconhecimento imediato da condição clínica, evitando constrangimentos e a necessidade de explicações constantes. Além disso, permite ao município mapear dados e desenvolver políticas públicas mais eficazes voltadas à saúde dessas pessoas.
Para Ana Portela, essa é uma lei que traduz o verdadeiro papel do poder público: sair do discurso e gerar impacto real. Porque inclusão não é exceção, é direito.
Com a aprovação, o município dá um passo importante na construção de uma cidade mais inclusiva, segura e preparada para atender às necessidades de todos.
Amanda Carolina
Assessoria de Imprensa do Vereador

