Equipes de busca correm contra o tempo na Venezuela
Fonte: DW
Socorristas buscam por desaparecidos entre escombros em Caracas
O que você precisa saber
Dois terremotos de magnitude 7,5 e 7,2 na escala Richter atingiram a Venezuela na noite desta quarta-feira (24/06), deixando mortos e feridos. A presidente interina do país, Delcy Rodríguez, declarou estado de emergência.
O epicentro do tremor foi detectado a cerca de 300 quilômetros a leste da capital, Caracas, no município de Montalbán, no estado de Carabobo, na região central da Venezuela. O terremoto teve uma profundidade de 13,2 quilômetros, por isso foi classificado como um sismo superficial, segundo o Serviço Geológico dos Estados Unidos (USGS).
Acompanhe abaixo os últimos desdobramentos da tragédia:
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Buscas por desaparecidos se multiplicam nas redes após terremotos
Inúmeras mensagens de familiares dentro e fora da Venezuela sobre desaparecidos inundaram nesta quinta-feira (25/06) várias redes sociais, depois que dois potentes terremotos atingiram o país na quarta-feira.
“Desaparecidos, estamos procurando!”, “Não sabemos nada dele”, “Preciso de informações sobre eles” e “Ajudem-nos a encontrá-las” são alguns dos textos que acompanham nomes, fotografias e outros dados sobre os desaparecidos, de diferentes idades, colocados nas publicações, onde também há números de contato.
Boa parte das pessoas desaparecidas vive em áreas do estado costeiro de La Guaira, vizinho a Caracas, o mais atingido e onde houve desabamentos de edifícios, assim como em setores da capital, que também registrou danos parciais em edificações.
O colapso dos serviços de telefonia móvel e os cortes de energia elétrica em algumas regiões após os terremotos também dificultaram que as pessoas dentro do país e no exterior pudessem confirmar o estado de seus familiares.
Agentes de Defesa Civil, Polícia Nacional, Guarda Nacional e Corpo de Bombeiros, entre outros, mantêm os trabalhos de busca entre as ruínas dos edifícios que desabaram, onde também continuam as tarefas de remoção de escombros.
md (EFE)

